Quarta, 19 Setembro 2018

Surto de conjuntivite coloca Saúde de Juatuba em estado de alerta

Publicado em Saúde Segunda, 16 Abril 2018 15:06
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O aumento do número de pessoas afetadas pela conjuntivite, entre o fim de março e o início de abril, em Juatuba, acendeu o alerta na cidade. De acordo com os dados apresentados à reportagem pelo Sistema de Vigilância Epidemiológica, em cerca de 15 dias, foram registrados 177 casos, aproximadamente 22 por região. O Município notificou a situação ao Estado e tomou medidas para conter a proliferação da doença, já tratada como surto em diversas cidades mineiras.

A Prefeitura ampliou a conscientização sobre a importância da prevenção, que é a principal arma contra a enfermidade. O trabalho consiste, principalmente, na distribuição de materiais educativos e afixação de cartazes sobre os cuidados necessários, nos locais com maior fluxo de pessoas. As ações seguem concentradas também nas unidades de saúde, onde as equipes estão preparadas para orientar e prestar assistência aos usuá- rios da rede pública que apresentarem os sintomas.

A alteração na cor dos olhos, que ficam avermelhados, é a maneira mais comum de identificar a conjuntivite. Os pacientes com suspeitas de contaminação devem procurar o posto mais perto de casa e iniciar o tratamento que pode ser feito em casa, com reforço da higiene pessoal.

Não existe vacina contra a doença. A melhor maneira de evitar é por meio de hábitos que ajudam a prevenir. Não compartilhar objetos pessoais, como óculos, travesseiros e toalhas de mão/rosto está entre as recomendações. Lavar sempre as mãos, especialmente quando passar tempo na escola ou em outros lugares públicos, manter acessível um desinfetante manual, como álcool em gel, e usar lenços descartáveis de papel para limpar a região afetada, descartando-os após a assepsia, também são algumas das orientações.

A conjuntivite é autolimitada, ou seja, com período determinado. A manifestação dos sinais é de aproximadamente 15 dias até a evolução para a cura. A enfermidade pode ser causada por vírus e bactérias e, mais comumente, por reações alérgicas a poluentes ou substâncias irritantes presentes no ar poluído, fumaça, piscinas, produtos de limpeza e maquiagens.

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