Exame preliminar não detecta metanol em mulher internada após suspeita de bebida adulterada em BH

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O resultado preliminar do exame de sangue da mulher de 48 anos, internada em Belo Horizonte com suspeita de intoxicação após ingerir bebida alcoólica, não identificou a presença de metanol no organismo. A informação foi confirmada pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG).

A paciente deu entrada na UPA Nordeste na segunda-feira (6/10), apresentando dor abdominal, náuseas, vômitos e dor de cabeça. Devido à gravidade dos sintomas, ela foi transferida na manhã de terça-feira (7/10) para o Hospital João XXIII, onde segue internada.

O caso foi comunicado ao Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS), após a suspeita de intoxicação por metanol ter sido levantada. A Polícia Civil instaurou um inquérito para investigar a origem da possível contaminação, inclusive com a hipótese de consumo de bebida adulterada.

De acordo com a SES-MG, o exame preliminar não detectou metanol, mas novas amostras estão sendo analisadas para confirmação definitiva, com resultado previsto para os próximos dias.

A Secretaria também informou que outro caso suspeito, registrado em Poços de Caldas, foi descartado após exames laboratoriais.

O metanol é uma substância altamente tóxica e pode causar danos graves à visão, ao fígado e ao sistema nervoso, podendo levar à morte.