A Polícia Civil de Minas Gerais divulgou novas informações sobre a operação que fechou três clínicas clandestinas de recuperação. De acordo com a apuração, a rede criminosa movimentou aproximadamente R$ 400 mil em poucos meses, cobrando valores elevados das famílias enquanto mantinha os pacientes em condições degradantes.
Até o momento, oito pessoas foram presas, entre elas o líder do esquema. As investigações também apontam que o grupo já havia expandido suas atividades para outras cidades da Região Metropolitana.
Segundo os investigadores, o modelo adotado pela quadrilha simulava visitas para enganar familiares, mantendo a fachada de atendimento adequado. As autoridades reforçam que o caso segue em apuração e novas diligências podem ser realizadas.
Fonte: Polícia Civil de MG






