A Polícia Civil de Minas Gerais divulgou nesta terça-feira (17), que concluiu o inquérito que investigava o assassinato de um homem, de 45 anos, trabalhador da construção civil, ocorrido no dia 8 de dezembro de 2024, na região central de Juatuba. O principal suspeito do crime, um homem de 26 anos que atuava como funcionário público em uma prefeitura da região, teve a prisão preventiva solicitada pela Justiça e está sendo procurado.
De acordo com a polícia, o investigado foi a última pessoa a estar com a vítima na noite do crime. Após o homicídio, ele teria abandonado o local e deixado o emprego, o que levantou suspeitas.
Durante o inquérito, a equipe da Delegacia de Polícia Civil de Juatuba ouviu testemunhas, recolheu informações e analisou imagens de câmeras de segurança que ajudaram a identificar o suspeito. “As diligências foram essenciais para o avanço das investigações e confirmação da autoria”, declarou a corporação em nota.
No dia 6 de fevereiro de 2025, os policiais cumpriram um mandado de busca e apreensão na residência do investigado. No local, foram encontradas duas munições de arma de fogo e vestimentas que podem ter sido usadas no dia do crime. O homem foi indiciado por homicídio qualificado, mas desde então está foragido.
Relembre o caso
Em contato com a nossa reportagem, a polícia civil não confirmou a identidade da vítima. No entanto, no dia 8 de dezembro de 2024, por volta das 21h, um homem com idade próxima foi assassinado em Juatuba. Na época, a polícia divulgou informações da vítima identificada como Wellington, que era conhecido pelos amigos como “Carioca”. Ele foi executado com quatro tiros na cabeça, na Rua Aurélio Lopes da Silva, no centro da cidade. De acordo com relatos de moradores, foram ouvidos os disparos, e em seguida o corpo da vítima foi encontrado caído ao chão, já sem sinais vitais.
Segundo informações de testemunhas, Wellington havia passado o dia em um sítio na cidade, participando de uma confraternização promovida pela empresa onde trabalhava. Após o evento, ele teria seguido para um bar na companhia de colegas, antes de ser abordado e morto.
Descrito como um homem tranquilo e discreto, ele morava em Juatuba havia cerca de dez meses e não tinha histórico de conflitos, segundo amigos próximos.
Apesar do avanço no inquérito com a identificação formal do suspeito, a motivação do assassinato ainda não foi totalmente esclarecida.






