Um tema polêmico que já foi alvo de debates calorosos voltou à pauta em Juatuba: o esgotamento sanitário que foi assumido pela prefeitura porque a Copasa não cumpre o contrato assinado com o município. A contratação da empresa ‘GWA Transportes e Serviços Eirelli’, para prestação do serviço em caráter emergencial, por três meses e pelo valor de R$300 mil, foi questionada diversas vezes na Câmara.
Esta semana, a polêmica reacendeu, depois que a prefeitura lançou uma nova licitação para a prestação do serviço. Um dos empresários do ramo de limpeza sanitária, que tem interesse de participar do processo licitatório, encaminhou à reportagem uma denúncia, afirmando que estaria havendo suposto favorecimento de uma das empresas participantes. Segundo ele, o edital, dentre outras coisas, especifica que o caminhão limpa fossa deve ser equipado com bomba de hidrojato, utilizada apenas para desentupimento de redes, o que não é o caso das fossas do município.






